
"Se desejamos ser escritores, faz sentido ler e ler como um escritor. Se queremos cultivar rosas, devemos visitar jardins e tentar olhar para as rosas como um jardineiro."
No livro de Francine Prose, Ler como um escritor, encontrámos inúmeras dicas que nos ajudam a melhorar a nossa escrita. Eu anotei aquelas que faziam mais sentido para mim e para o género de textos e histórias que gosto de criar. Vou partilhá-las convosco. Espero que sejam tão úteis para vocês como são para mim quando me sento a escrever.
- Não escrever parágrafos de uma só frase.
- Os personagens podem ser definidos pelas suas acções ou pelo que pensam, fazem e planeiam fazer.
- Os personagens devem dialogar com mais fluência do que nós, com uma maior economia e certeza, como uma versão aplainada, limpa e melhorada.
- Não usar diálogos para expor factos, pois torna-se artificial.
- Os personagens falam de modo diferente dependendo das pessoas com quem estão a falar e escutam de forma diferente conforme quem fala.
- Os pormenores convencem-nos de que uma pessoa está a dizer a verdade.
- Na descrição da natureza os lugares comuns devem ser evitados, tudo o que se escreve deve ser breve e ter relevância.
- Evitar descrever o estado de espírito do protagonista, mas torná-lo claro através das suas acções.
- A boa escrita deve ser apreendida num segundo.
- Observar como se manifestam os gestos no mundo real é determinante para os personagens.
- Tudo acontece por alguma razão, mas, às vezes, as pessoas fazem coisas horríveis e irrevogáveis sem motivo algum.
- O escritor deve ser um observador imparcial.
- A boa escrita deve ser apreendida num segundo.
- Observar como se manifestam os gestos no mundo real é determinante para os personagens.
- Tudo acontece por alguma razão, mas, às vezes, as pessoas fazem coisas horríveis e irrevogáveis sem motivo algum.
- O escritor deve ser um observador imparcial.